Depressão: o que é?

Muitas doenças físicas, como viroses, podem causar sintomas depressivos. Por isso, o primeiro passo para o diagnóstico é fazer um exame físico. Entenda o que é depressão e saiba como diagnosticar um caso.

Além disso, a depressão pode ser caracterizada em diversos tipos. Logo, não existe apenas uma doença e sim um distúrbio físico-emocional que se desdobra em vários quadros. Veja mais sobre isso no decorrer do artigo.

Depressão: que é?

Depressão é uma doença com consequências físicas, emocionais e psicológicas. Por isso, uma pessoa depressiva não pode escolher ficar bem e curar o transtorno. Como qualquer enfermidade é preciso tratar e acompanhar para que não haja uma nova incidência.

A depressão pode ser confundida com tristeza ou o desânimo por uma situação complicada. Porém, quando se trata de um quadro clínico, a pessoa permanece triste por muitas semanas ou até meses. Quando a apatia dura mais de 2 semanas é um alerta que pode indicar uma crise depressiva.

Depressão: quais são os sinais?

A doença apresenta diversos sinais que podem ser vistos tanto no corpo quanto na forma que a pessoa age. Veja alguns sintomas que indicam uma crise depressiva:

  • Tristeza prolongada;
  • Falta de interesse por coisas que gostava antes;
  • Baixa energia;
  • Problemas para manter a concentração;
  • Dúvidas ao tomar decisões;
  • Distúrbios do sono (dormir muitas horas ou não dormir); 
  • Problemas estomacais;
  • Má digestão;
  • Desânimo;
  • Pessimismo;
  • Falta de interesse sexual;
  • Dores no corpo;
  • Distúrbios de apetite (comer exageradamente ou não comer);
  • Mudanças bruscas no peso (engordando ou emagrecendo rápido);
  • Desejo de suicídio;
  • Pensamentos frequentes em morte;
  • Mutilação.

Depressão: quais são os tipos?

Existem muitos tipos de distúrbios depressivos. Os mais comuns são:

  • Episódios depressivos: Dura até 6 meses e é caracterizado por uma mudança comportamental.

 

  • Transtorno Depressivo Maior: Ocorre por mais de 6 meses e provoca uma mudança na química cerebral.

 

  • Distimia: é um caso crônico da depressão durando 2 anos ou mais.

 

  • Depressão Bipolar: além dos momentos depressivos, a pessoa também tem fases de euforia extrema.
  • Depressão Atípica: a pessoa depressiva apresenta cansaço, falta de energia, tem muito sono e apatia.
  • Depressão pós-parto: devido à alteração hormonal e de vida, as novas mães podem apresentar a doença.
  • Depressão Psicótica: um tipo de depressão grave com delírios e alucinações.
  • Depressão sazonal: crises depressivas a partir da estação, como o inverno ou festas de final de ano.

Depressão: como diagnosticar?

Para fazer o diagnóstico da depressão, em primeiro lugar são feitos exames físicos para saber se o organismo da pessoa está funcionando corretamente.

Nesse momento, apresentar o histórico da família ao médico é muito importante. Quando há caso de depressão com parentes próximos, existe uma disponibilidade genética para a doença.

Caso não sejam encontradas enfermidades e o paciente apresentar grande parte dos sinais depressivos, o especialista iniciará o tratamento para depressão adequado, que incluem: uso de antidepressivos e consultas com o psicólogo.

Depressão: o que fazer?

Ao saber o que é depressão, fica mais fácil saber a diferença entre a doença e um momento de tristeza. Ao suspeitar que se tem a doença, surge a dúvida sobre o que fazer.

Se acha que está em uma crise depressiva ou que alguém próximo tem o distúrbio, visite um clínico geral. Ele passará exames de rotina para avaliar a condição clínica da pessoa. Se nada for identificado, o médico indicará a visita a um psiquiatra ou o acompanhamento com o psicólogo.

Depressão é uma doença como qualquer outra, por isso, não tenha vergonha de buscar uma forma de melhorar. Para ajudar em seu tratamento, uma grande dica é utilizar um suplemento natural contra a depressão.

O suplemento não tem efeitos adversos e ajuda a ter mais ânimo, porque regula a produção de serotonina, o hormônio do bem-estar. Faça o teste

Saiba as causas da depressão

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), existem 322 milhões de pessoas no mundo sofrendo com crises depressivas. Essa doença é um dos maiores problemas do século XXI, porém como será que ela surge? Saiba hoje as causas da depressão e aprenda o que fazer caso tenha este distúrbio.

 

A rotina nas cidades envolve muito estresse e ansiedade. Com a ocorrência diária desses problemas, é comum que a pessoa acabe triste e desanimada. Assim, está a um passo de desenvolver a depressão.

 

Conheça as 5 principais causas da doença e identifique se alguma dessas situações ocorreu com você ou com alguém querido.

Quais são as causas da depressão?

Não existe apenas um grupo de fatores causam depressão. Cada pessoa tem um tipo de cotidiano diferente que pode levar a momentos de apatia contínua. Sendo assim, a tristeza prolongada pode evoluir para um quadro patológico.

Contudo, alguns casos são os mais recorrentes e podem ser o que causa depressão para muitos. Veja os 5 motivos mais comuns para desenvolver crises depressivas.

  1. Momentos traumáticos

 

Quando alguém passa por um trauma, ficam cicatrizes emocionais. Pode ser a situação de um abuso físico, um assalto, sequestro relâmpago ou a perda de um familiar muito próximo.

 

Os momentos traumáticos são diferentes para cada pessoa. Porém, o que eles têm em comum é marcar de forma negativa a vida de alguém. Além disso, relembrar esse caso provoca dor e tristeza que podem evoluir para a depressão.

2. Alguns remédios controlados

Determinados medicamentos podem afetar a química orgânica. Ao diminuir a síntese de serotonina, o hormônio do prazer e bem-estar, o corpo sente as consequências e responde com crises depressivas.

 

Entre esses remédios podem ser listados: Zocor, Prolopa, Zovirax e Xanax. Porém, é possível ajudar a regularizar a produção de serotonina, utilizando um suplemento natural. Ele não causa efeitos adversos e não tem químicas abrasivas.

3. Doenças com risco de morte

Receber o diagnóstico de uma doença que pode levar ao falecimento sempre é algo complicado para alguém. Casos como: câncer, HIV, diabetes, Lupus etc., podem ser a causa da depressão de algumas pessoas.

 

Como o tratamento traz consequências desagradáveis, há muito sofrimento e negação. Ao saber que se tem essas enfermidades, é comum deixar o abatimento e o desânimo influenciarem no dia a dia, o que pode causar depressão.

 

  1. Alterações hormonais

 

Certas alterações hormonais acontecem em períodos como menopausa, gravidez ou pós-parto. Nessas fases há uma grande redução do estrogênio, que pode ser prejudicial para o organismo.

 

Por isso, as mulheres estão entre o grupo de risco para o desenvolvimento de crises depressivas. A depressão também afeta a química cerebral interferindo na produção de hormônios essenciais para o bem-estar.

 

  1. Relacionamentos abusivos

 

Um relacionamento abusivo acontece quando alguém agride verbal ou fisicamente outra pessoa em uma vida conjunta. Isso pode ocorrer entre casais, entre pais e filhos e até mesmo com amigos.

 

O agressor faz com que a vítima sinta que não tem valor e que apenas ele ou ela pode suportá-lo. Com isso,  aquele que sofre o abuso sente cada vez mais tristeza, permanece longe das pessoas queridas e sofre sozinho. Fatos que podem levar a um caso depressivo grave.

 

Ao saber as causas da depressão é possível evitar essas situações ou lidar melhor com elas. Vale lembrar que existem outros motivos que levam à depressão, porém todos causam um abalo profundo ao emocional e psicológico que geram a quadros depressivos.

 

Caso descubra que está com depressão, não tenha medo ou vergonha de procurar um psicólogo. A terapia ajudará a resolver essas mágoas acumuladas e fará com que você veja a vida de uma forma mais positiva.

 

Para ajudar em seu tratamento, experimente os suplementos naturais contra a depressão. Eles ajudam a regular o hormônio do prazer (serotonina) e melhoram seu humor sem agredir o organismo.

Quais são os principais transtornos de ansiedade?

A cada ano aumentam os quadros de ansiedade no mundo. Uma grande preocupação é que o Brasil é o segundo país mais ansioso de toda a América Latina. Por isso, não é de surpreender que você seja uma pessoa com esse mal ou conheça alguém assim. Porém, não há apenas um tipo desse distúrbio, sabia?

Conheça hoje quais são os principais transtornos de ansiedade e veja se algum desses problemas está acontecendo com você, um amigo ou ente querido.

Quais os principais transtornos de ansiedade?

Entre quadros mais recorrentes de transtornos de ansiedade estão os seguintes casos: Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC); Transtorno do Pânico; Fobia Específica; Fobia Social e Transtorno de Estresse Pós-traumático (TEPT).

Uma pessoa pode sofrer com mais de um tipo de ansiedade no mesmo período. Veja melhor como ocorre a manifestação de cada um. 

1- Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC)

 

Nesse transtorno de ansiedade uma pessoa apresenta pensamentos e atitudes compulsivas. Ao ter uma obsessão ela realiza atos repetitivos na tentativa de aliviar o seu estresse.

 

Em geral, a pessoa com esse distúrbio de ansiedade costuma contar, lavar, verificar, guardar e medir itens a todo instante. Sua busca é alcançar uma simetria perfeita ou evitar possíveis contaminações.

 

 

2- Transtorno do Pânico

 

Uma pessoa que apresenta síndrome ou transtorno do pânico tem crises de ansiedade com frequência. Durante esse período ela sente um medo incomensurável, acha que perderá o controle de si e acredita que sua morte está perto.

Ocorrem também sintomas físicos como: falta de ar, palpitações, taquicardia, sufocamento, suor excessivo, calafrios, ondas de calor, formigamento, tremores, enjoo, dor de estômago, náuseas, aperto ou dor no peito. Devido a esses sinais, o paciente não consegue crer que o problema é de origem mental.

3-  Fobia Específica

Esse transtorno de ansiedade pode ser manifestado de várias maneiras. Em geral, o indivíduo sente um grande pavor de itens, animais ou situações específicas. Não é apenas um medo comum, a pessoa apresenta um quadro clínico evitando a todo custo o objeto de sua fobia.

 

Alguns tipos de fobia específica incluem: baratas, aranhas, animais, sangue, injeções, altura, voar ou medo de ambientes naturais.

4- Fobia Social

Quando alguém apresenta fobia social, ela teme intensamente eventos, festas ou ocasiões em que esteja perto de muitas pessoas. Por isso, o paciente evita ao máximo esses momentos e quando comparece apresenta-se muito ansioso a todo instante.

 

Seu maior temor é receber avaliações negativas dos demais, ser rejeitada, envergonhada ou humilhada pelas pessoas no ambiente. Em geral, esse medo é infundado e está apenas nos pensamentos do indivíduo.

 

5- Transtorno de Estresse Pós-traumático (TEPT)

É um quadro em que a pessoa rememora constantemente um trauma. Há pesadelos, pensamentos e crises nos quais o paciente apresenta a mesma sensação de pânico ocorrida durante o seu trauma.

Esse distúrbio pode vir de ocasiões em que houve risco de morte, como: assalto, acidentes, desastres naturais ou presenciar assassinatos.   

Ao saber quais são os principais transtornos de ansiedade podemos perceber que esse distúrbio possui várias ramificações. Caso apresente algum desses sintomas ou reconheça em alguém próximo, não deixe de consultar um especialista o quanto antes. Saúde mental também é saúde.

Para melhorar os quadros de ansiedade, uma alternativa natural e completamente legalizada pela ANVISA é utilizar Triptopax.

Ele não prejudica a saúde, não tem efeitos adversos ou causa dependência. Além disso, ainda regula o humor, melhora o ciclo de sono e evita o estresse. Faça o teste!

Como uma pessoa desenvolve transtorno de ansiedade?

É comum falar sobre os sintomas de estresse, da depressão e da ansiedade. Porém, algo pouco debatido é como uma pessoa desenvolve transtorno de ansiedade. Entenda mais sobre as causas que prejudicam a saúde emocional e mental.

Nenhum distúrbio nasce sem motivos ou tem sintomas aleatórios. Existem razões que desencadeiam pensamentos e sentimentos até que eles se tornem um transtorno. Saiba mais com a leitura do artigo.

Quais são os tipos de transtornos de ansiedade?

Um distúrbio é caracterizado por atitudes e padrões de pensamento que não são os adequados. Ou seja, esses comportamentos impedem que a pessoa tenha uma vida saudável e feliz.

Diferentemente da crença comum, não existe apenas um transtorno de ansiedade. Há classificações dos distúrbios de uma pessoa ansiosa, podendo ser citados:

  • transtorno de ansiedade generalizada (TAG);
  • transtorno obsessivo- compulsivo (TOC);
  • transtorno de estresse pós-traumático (TEPT);
  • transtorno do pânico;
  • fobia específica;
  • fobia social etc.

A pessoa pode apresentar mais de uma dessas dificuldades ao mesmo tempo. Apenas o psiquiatra pode fazer o diagnóstico desses males e recomendar o medicamento correto.

Casos mais leves podem ser tratados com psicoterapia (com o psicólogo) e complementados com um suplemento natural contra a ansiedade, por exemplo. Independentemente do método escolhido, o mais importante é cuidar da saúde.

Como uma pessoa desenvolve transtorno de ansiedade?

Depois de saber que essa dificuldade possui várias ramificações ainda ficam as dúvidas: como uma pessoa desenvolve transtorno de ansiedade? O que ocorre com a mente e com o cérebro para que um distúrbio apareça?

Veja quais são os fatores de predisposição para as crises de ansiedade.

Genética

 

Determinados transtornos aparecem devido à genética do paciente. Se alguém na família apresentou um problema psicológico, há maiores chances que parentes próximos desenvolvam também. Porém, não é uma regra, e sim um fator de risco.

Em geral, isso ocorre com mais frequência com transtornos como: hiperatividade, autismo, transtorno bipolar, esquizofrenia e depressão. Contudo, apenas essa situação não é o suficiente para desenvolver ansiedade, há diversos fatores que são diferentes para cada pessoa.  

Trauma

 

Eventos ocorridos na infância, como abusos, maus tratos ou violência podem levar a um transtorno futuro. Não há uma fase determinada para as sequelas aparecerem, porém esses episódios traumáticos podem ser a fonte das crises de ansiedade.

Os acontecimentos difíceis na juventude ficam gravados no inconsciente. Dessa forma, podem surgir no consciente em qualquer idade ou situação complicada. Assim, o transtorno de ansiedade começa o seu desenvolvimento.

Fatores ambientais

 

O ambiente social em que a pessoa vive pode ser uma das razões de sua ansiedade. Padrões de beleza, para exemplificar, podem originar transtornos alimentares sérios, em especial com os jovens.

Uma família tóxica ou um local de trabalho nocivo podem ser motivo dos transtornos de ansiedade. Outros fatores incluem ainda a perda de um ente querido, abuso de álcool e rompimentos, como um divórcio.

Em geral, essas 3 formas são as mais comuns que explicam como uma pessoa desenvolve transtorno de ansiedade. Logo, um mal psicológico pode vir do passado, do histórico familiar e do estilo de vida.

Caso detecte algum problema de ansiedade, busque ajuda com o psicólogo. Se for o caso, ele pode fazer o encaminhamento ao psiquiatra, pois apenas o segundo poderá receitar remédios.

Para complementar seu tratamento uma opção é utilizar os suplementos naturais contra a ansiedade. Eles ajudam a regular o humor, sem causar dependência ou efeitos colaterais. Faça o teste por 30 dias, se não notar melhoras, peça seu dinheiro de volta.